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segunda-feira, 15 de julho de 2013

COMUNICAÇÃO - A importância de saber falar! (Mário Persona)

Abrir a boca é como abrir uma embalagem. Por mais bonito que seja o exterior, se não existir um bom conteúdo a boa impressão deixada no início pode desaparecer rapidamente. Há pessoas lindíssimas que estragam tudo quando abrem a boca. Você já não quer ser uma delas. Mas como evitar?
Assista o vídeo abaixo e entenda um pouco mais sobre o assunto:



terça-feira, 21 de maio de 2013

As 15 Dúvidas Clássicas sobre Currículo (e as respostas)


De trabalho voluntário até como descrever o grau de conhecimento em inglês: veja as respostas para algumas das questões mais comuns sobre currículos

1 - Devo ser generalista na hora de redigir o objetivo?
Depende. Em alguns setores é mais fácil delimitar seus objetivos profissionais. Em outros, não. A dica, segundo Sérgio Sabino, da Michael Page, é sempre se candidatar para oportunidades profissionais coerentes com seu plano de carreira. “Quanto mais preciso for isso, melhor para o recrutador”. Mas cuidado para não cair em contradição.

Regra de ouro? Estude o anúncio de emprego com afinco antes de redigir seu currículo. Se o currículo for generalista (daqueles que você cadastra em sites, por exemplo), seja coerente com seu propósito de carreira.

2 - Posso usar o mesmo currículo para diferentes oportunidades?
Não. Em uma era que personalização é tudo, a regra é ter um currículo para cada oportunidade. Em outros termos, cada panela tem que ter sua tampa, neste sentido. O ideal, de acordo com especialistas, é ter um currículo base, mas adaptá-lo ou, em termos mais modernos, customizá-lo para cada ocasião – tendo em vista o espírito da empresa e cargo em questão.

3 - Como adaptar meu currículo para cada ocasião?
Os pontos mais relevantes da trajetória profissional, salvo algumas exceções, não mudam. O que pode ser mudado são as conquistas que você alcançou em cada passagem profissional. Assim, ajuste para cada versão, os projetos, as conquistas que mais tem relação com o cargo que você pleiteia.

4 - Que tipo de conquista vale para o currículo?
Dados numéricos sempre caem bem no currículo. Por isso, quando mais objetiva for a conquista, melhor. “Realizações que reflitam aumento de receita, redução de custos, que ajudem no desempenho da companhia são exemplos”, diz Sabino. “Você tem que mostrar o seu valor”. E a descrição do que você fez em cada cargo não é suficiente para isso. Por isso, invista em dados objetivos que comprovem isso.

5 - Como mostrar meu nível de conhecimento em um idioma estrangeiro?
Mentir no currículo é o pior erro que um candidato pode cometer. E isso vale até para as formas mais sutis da mentira: como “dourar” o seu nível de conhecimento em um idioma estrangeiro. Dez minutos de conversa em inglês, durante a entrevista, por exemplo, são suficientes para o recrutador checar se você é fluente ou não. A dica? “Faça uma autocrítica e na dúvida, procure um especialista credenciado para avaliar seu nível de inglês”, diz Sabino.

6 - Preciso listar meus hobbies?
Não é obrigatório, mas pode ajudar o recrutador a traçar seu perfil profissional. Afinal, a sua rotina fora do trabalho pode falar muito sobre você. “Os hobbies têm a função de mostrar as suas próprias competências”, diz Sabino. “É mais um complemento para traçar seu perfil”.

7 - Que tipo de trabalho voluntário "cabe" no currículo?
Ação de caridade, como doar dinheiro para alguma instituição, não vale. “Se o trabalho é periódico, se você tem comprometimento pode mostrar engajamento e preocupação com a sociedade”, diz Sabino. Mas, segundo ele, tal experiência tende a não ser decisiva.

8 - Posso listar minhas principais competências?
“O recrutador é um incrédulo por natureza. Listar suas competências pode ser mais um problema do que uma solução”, diz Sabino. Afinal, quem garante que o recrutador irá concordar com você. Por isso, a dica é, em vez de listar adjetivos que descrevam quem você é, atenha-se aos fatos: escolha dados, experiências e resultados que apontem para tais qualidades. “Deixe este critério de avaliação para o recrutador”, diz Sabino.

9 - Ainda não me formei. Como explicar isso no currículo?
Neste caso, a solução é detalhar a previsão de conclusão do curso em questão em vez de escrever a palavra “cursando”.

10 - Parei alguns cursos no meio do caminho, devo listá-los?
Não. “Se interrompeu o curso, o ideal é não colocá-lo no currículo”, afirma Elvira Berni, diretora da People on Time. Só vale mencioná-lo se planejar retomar os estudos no curto prazo.

11 - Posso omitir algumas experiências?
De acordo com Elvira Berni, da People on Time, passagens muito curtas, de apenas alguns dias, nem sempre precisam ser listadas. “Foque nos cargos que agreguem valor para a sua carreira”, diz.

A mesma regra vale para as experiências profissionais de início de carreira que não foram tão relevante.s “O foco tem que estar nos últimos cinco ou dez anos”, afirma a especialista.

Para não passar a impressão de má-fé (caso o recrutador julgue que a omissão teve segundas intenções), apenas cite as experiências – sem entrar em detalhes -, como sugeriu Renato Grinberg, autor do livro “O instinto do sucesso” em um dos vídeos de carreira.

12 - Como escolher as palavras-chave certas?
O método mais eficaz para garantir que o recrutador irá encontrar seu currículo nos sistemas de buscas especializados é investir em palavras-chave. “Selecione os termos mais comuns da sua área de atuação e os que melhor explicam o que você faz, realmente”, diz Elvira. Dica: leia com atenção os anúncios das oportunidades profissionais e repita as principais palavras em seu currículo.


13 - Devo colocar a pretensão salarial?
Nesta etapa, entre no assunto “salário” apenas quando for indagado sobre isto. Se o anúncio pede “pretensão salarial”, obedeça-o e liste a remuneração que recebia/recebe no último emprego - a variável deve ser incluída.

14 - Qual a regra para dados pessoais?
Há alguns anos, currículo bom era aquele que listava, em minúcias, todos os dados pessoais possíveis. Estado civil, quantidade de filhos, RG e CPF. Tudo. Tudo ia parar no documento.

Para os desavisados: esta regra, definitivamente, acabou. No máximo, cite qual seu estado civil e o endereço - sem mencionar número, por exemplo. O foco no currículo são suas qualificações.

15 - Preciso colocar foto? 
Já se foi o tempo em que uma foto do candidato era um item tão relevante quanto a formação acadêmica. Mas, em alguns setores e empresas, a imagem do aspirante à oportunidade profissional segue como exigência. Quando a empresa pede por uma foto, nada de escolher uma imagem de viagem. Quanto mais sisudo, melhor.
Fonte: Exame.com

sábado, 18 de maio de 2013

Uma Pescaria Inesquecível


Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto, habilmente e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.
Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto olhou para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. Em seguida, o pai olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
— Você tem de devolvê-lo, filho!
— Mas, papai, reclamou o menino.

— Vai aparecer outro, insistiu o pai.
— Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável. Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite. Porém, sempre vê o mesmo peixe todas as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado. Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando. Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o peixe à água.
A boa educação é como uma moeda de ouro: tem valor em toda parte.
Texto: Uma Pescaria Inesquecível, de James P. Lenfestey,
 do livro Histórias para Aquecer o Coração dos Pais, Editora Sextante.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Marketing de Gente" por Mário Persona



Este é um livro diferente, na forma e no conteúdo. MARKETING DE GENTE é uma coletânea de crônicas que fazem você viajar por conceitos essenciais a qualquer carreira de sucesso: - marketing pessoal - gestão de carreira - inovação e criatividade - aprendizado contínuo - novas oportunidades e muito mais...

Mas não espere por fórmulas mágicas.

As respostas você irá garimpar nas linhas e entrelinhas do estilo ousado, poético e irreverente de Mario Persona tratando do que há de melhor dentro e fora das empresas: GENTE.

O diferencial de um negócio está nas pessoas que conquistam, encantam e criam relacionamentos permanentes. São elas que transformam uma história de criatividade e paixão numa marca de sucesso. É disso que trata MARKETING DE GENTE. Na forma e no conteúdo.

CLIQUE AQUI para fazer download do livro gratuitamente.

              Fonte: http://www.palestrante-mariopersona.com

sábado, 27 de abril de 2013

Procurando Emprego...

Sem comentários.... rsrsr

"Raul" texto de Max Gehringer


Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.

Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. 

Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.

Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami , onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.
Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava, direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo , eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável… ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:

Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo’.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.

Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio. 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"Dia de Mudança" por Mário Persona

Com seu estilo inconfundível, o palestrante Mário Persona transforma grandes questões em conceitos simples e de fácil compreensão para qualquer audiência. ​

Um fino senso de humor e talento de cronista, aliados à experiência empresarial, lhe permitem extrair do banal o extraordinário e transformar "causos" corriqueiros em analogias perfeitas para a vida, carreira e negócios.


Para você que está disposto a mudar sua forma de enxergar o mercado de trabalho e alcançar o sucesso profissional não pode deixar de ler "Dia de Mudança. O livro está disponível para download gratuitamente, CLIQUE AQUI para baixá-lo. 

E para obter maiores informações sobre o palestrante MARIO PERSONA, acesse o seu site: http://mariopersona.com.br/.

Lição Nobre - A Força do Exemplo


Era uma tarde de domingo ensolarada na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar mini-golf.
Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
– Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
– São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
– A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
– O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem perturbar-se, disse:
– Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Nesses dias de tanta corrupção e descaso para com o ser humano, vale a pena refletirmos sobre que exemplo temos sido para os outros.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Entrevista de Emprego - O que devo fazer?

Max Gehringer, especialista em gestão de carreiras, dá dicas interessantíssimas... assistam o vídeo, vale a pena:


A Consequência de um Boato


Boato ou fofoca são notícias que uma pessoa conta para outra, contando fatos distorcidos (em sua maioria aumentados, ou inverdades ou ainda, tira conclusões de algumas palavras que ouviu, como mostra bem a figura ao lado).

Fofocar ou espalhar boatos é um comportamento encontrado em muitas empresas. Isso traz prejuízos para o ambiente de trabalho, para a confiança entre colegas e chefes, para o moral de grupo e para a pessoa vítima da fofoca ou do boato. É preciso que cada um que trabalha em uma organização - você inclusive - tomem muito cuidado com o que falam por ai a respeito dos outros. Não se "ganha" nada com isso, mas um boato ou fofoca pode prejudicar alguém de forma irreparável, tanto em sua vida pessoal quanto na profissional. FICADICA#

Entrevista de Emprego - algumas dicas...

Na hora de conquistar um lugar no mercado de trabalho, a experiência e o conhecimento são muito importantes; e o bom desempenho na hora da entrevista é essencial para conseguir a vaga. Pensando nisso, a mentora de coaches Mônica Vitória desenvolveu um guia voltado a ajudar os profissionais que buscam um novo trabalho a aumentarem suas chances de encontrar o emprego ideal e se darem bem na hora da entrevista.

"Antes de qualquer coisa, é importante conhecer seus valores e ideais, ter claro quais são suas metas, entender que atividade realmente lhe proporciona os sentimentos de plenitude, felicidade, satisfação e bem estar. Procure em uma autoavaliação falar para si mesmo que propósitos você tem e em seguida pesquisar no mercado que empresas lhe proporcionam as oportunidades de viver estas experiências que procura. Conheça os valores da empresa, sua missão e segmento de atuação. Ao ser chamado para a entrevista fique sempre atento ao que o recrutador fala e jamais o interrompa, mostre interesse sincero." - Explica Mônica Vitória.

Atrasos são inadmissíveis, programe-se para chegar antes do horário e caso ocorra um imprevisto, é necessário procurar falar com o recrutador antes da entrevista, explicar sobre a ausência e verificar a possibilidade de remarcar a entrevista. Desta forma o candidato mostra a responsabilidade, característica que a maioria dos recrutadores colocam como prioridade no momento da entrevista.

A vestimenta e a higiene são fatores que pesam na seleção, o candidato deve impressionar pela competência profissional. Roupas sociais discretas, cores neutras são pontos positivos. Se a empresa que está fazendo a seleção não exige roupas sociais, muitas inclusive preferem roupas esportivas e despojadas. Tons sóbrios, comunicação alinhada, pouca informação tudo isso contará a seu favor no quesito vestimentas. "Roupas curtas, coladas e decotadas jamais. Cuidado com o excesso nos perfumes, se a pessoa responsável pela entrevista for alérgica, não vai causar uma boa impressão" - explica a mentora de coaches.

Seja sempre verdadeiro, exponha suas experiências e qualidades de maneira clara; sem parecer uma pessoa cansativa. Além disso, organizar todas as ideias antes da entrevista é importante para aproveitar bem o tempo e selecionar o que é relevante expor e o que não fará diferença para aquele momento.

Ter cautela ao citar o último emprego ou o atual é fundamental, caso o candidato esteja procurando uma nova oportunidade no mercado de trabalho. Neste caso, as causas pela procura de outra oportunidade devem ser relatadas como oportunidades de novos desafios, crescimento profissional e novos conhecimentos. E caso o candidato tenha ficado muito tempo sem trabalhar, é fundamental demonstrar aprendizagens, cursos ou trabalhos voluntários que possam ter contribuído para seu crescimento pessoal e profissional, nesse período.

"Acima de tudo, mostre confiança e motivação, fatores ideais para a conquista de uma oportunidade de trabalho. Jamais demonstre ansiedade ou insegurança, é importante administrar estas emoções, mantê-las em sigilo com você, respire fundo foque nas suas metas, pense nos benefícios que terá quando conquistar este emprego procure focar no que ganhará com esta oportunidade, o que fará com o salário e outros benéficos, que aprendizados terá e quanto crescerá, direcione seus pensamentos para os cenários favoráveis desta etapa."- Finaliza Mônica.

A postura física é muito avaliada, geralmente as entrevistas acontecem em cenários com mesas e cadeiras. Neste caso manter-se sentado com postura de pessoa disposta e motivada, o olhar na altura dos olhos do entrevistador, ter o rosto elevado mais para cima do que para baixo, com um sorriso sincero, sem exageros; manter ombros firmes e retos, coluna ereta (indicando saúde, prontidão, disposição) e voz calma e firme; isso já contará muito a seu favor.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Construindo a identidade profissional

O que é identidade profissional? 
Identidade profissional é o conjunto de atributos que torna um profissional único, especial. Deve-se buscar descobrir que atributos são esses e valorizá-los, enfatizando-os como um diferencial. Identidade é o que o profissional é, não o que ele gostaria de ser. 

É através do reconhecimento pessoal dos nossos talentos, pontos fortes, singularidades, habilidades e competências que passamos a construir nossa identidade profissional.

O que você tem de melhor será o que irá te diferenciar no mercado de trabalho. No entanto é preciso descobrir onde e como colocar em prática!

Após a identificação do foco de atuação é necessário investir ao máximo na qualificação do profissional

Quanto maior a especialização em uma determinada área, maiores serão as chances de destaque no meio da multidão!



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